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um ofício nesta quarta-feira (25), reivindicando que a Caixa inclua os novos trabalhadores, em sua maioria PCDs, no Saúde Caixa.

“Mais de 2 mil empregados que foram contratados pela Caixa desde setembro de 2018 estão sem acesso ao Saúde Caixa. Não há tempo a perder. As próximas semanas serão decisivas para a contenção ou proliferação do vírus. Em suas funções diárias, em escritórios fechados e nas agências, interagindo com centenas de pessoas por dia, as chances de os trabalhadores adoecerem é muito alta”, afirmou Dionísio Reis, coordenador da CEE.

A Comissão reconhece os avanços no tratamento a pandemia dentro do banco, fruto da negociação, como o fato de 70% das agências estarem em home office e, em muitas áreas, 100% dos empregados estão em casa. “Para alcançar isso, precisamos pressionar dia após dia. Infelizmente, a empresa expôs muitos nesse processo e esperamos que situações de exposição dos trabalhadores e da população não se repitam por isso. Reiteramos que a cobrança do agendamento por telefone para o atendimento e para que não haja filas”, explicou o coordenador.

A CEE irá ainda reiterar a cobrança do não descomissionamentos e suspensão da Reestruturação, dos processos administrativos e dos PSI. Cobrar também que não participem do rodízio nas agências pessoas que têm filhos em idade escolar e que moram com pessoas no grupo de risco. Outra reivindicação é disponibilizar canal para comunicar adoecimento mental e o Rodizio para todos, com obrigatoriedade de pelo menos uma semana em casa por empregado.

“O objetivo da CEE é salvar a vida e a saúde dos empregados, terceirizados e da população. Recuperar a economia é uma preocupação para depois da Pandemia”, completou Dionísio, ao lembrar que os locais devem ser higienizados de hora em hora e os empregados e terceiros lavar as mãos até o cotovelo após cada atendimento.

Fonte: Contraf-CUT

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